




Nas rotas antigas, a cada trinta quilômetros, havia um caravansaray.
O nome vem do persa: caravan, carvana, e sarai, palácio.
Um pátio quadrado, água, e sobre ele o céu aberto.
Ali as caravanas paravam para se abastecer de especiarias, livros e mapas, panos quentes para a travessia, um símbolo de força para levar junto e tudo que seria necessário
para a longa jornada que viria.
Depois partiam de novo, muitas vezes de madrugada, quando o deserto está frio e as estrelas orientam a rota!


DURGA VEM NA FRENTE.
OS OLHOS QUE NÃO DORMEM,
O TRIDENTE QUE ABRE A PASSAGEM.
O LOBO-GUARÁ VEM ATRÁS, SOZINHO,
ATRAVESSANDO O CERRADO NO ESCURO.
SEU OLHAR ENTRE MUNDOS
ILUMINA A NOITE.
A LUA CRESCENTE MARCA A HORA DE PARTIR,
E O CRISTAL DO VALE MOSTRA
O CAMINHO QUE SE ABRE!

SUPRIMENTOS PARA AS NOSSAS ROTAS:


























